Foi num lindo dia de sol
que esta cena aconteceu,
eu e o meu irmão chateamo-nos
e foi quando ele me bateu.
Fiquei triste e magoada
e bati -lhe também,
ele começou a chorar
e foi dizer à minha mãe.
Arrependi-me do que fizera
pedi desculpa ao meu irmão,
e a minha mãe perguntou-me
o que acontecera; então.
Muito arrependida
disse-lhe assim:
- eu tinha um peluche
chamei-lhe Coruche
e não Marfim.
Foi nesse momento
que me agrediu,
deu uma gargalhada
e depois fugiu.
Muito chateada
também lhe bati,
e a nossa guerra
acabou aqui.
Minha mãe chateada
foi-me castigar,
pôs-me a tarde inteira
no quarto a pensar.
A minha mãe
não me compreendeu,
e foi assim
que a incompreensão aconteceu.
Madalena Faria 3º ano
Quando eu era pequenino gostava muito de brincar com legos. Divertia-me a construir novos brinquedos com a ajuda da minha imaginação.
Um dia, inventei um brinquedo a que chamei a casa do futuro. Para mim era perfeita,mas os outros meninos não percebiam o que era, porque a imaginação deles era diferente da minha.
A minha mãe não se preocupou porque sabia que eu tinha uma imaginação fértil.
Cada pessoa imagina as coisas à sua maneira, porque a imaginação é livre e não tem limites.
Eduardo Morais 3º ano
Eu na minha vida, para lá de incompreendida, já me senti ignorada pelo meu pai. ele e a família dele ignoraram-me nos meus anos. Não me ligaram para me dar os parabéns. Quando estou em casa com ele só me põe filmes e música. Mas, o que eu quero dele é carinho, amor, felicidade e alegria. Ele quase nunca me dá atenção. É muito triste que uma criança passe por isto. Ainda bem que eu tenho uma mamã e um novo pai que não me ignoram e que todos os dias me dizem como sou importante. eles amam-me e eu também os amo muito. Por isso, sou uma criança feliz. Gostava muito que todas as crianças do mundo a mesma sorte que eu...
Um dia, a minha professora mandou-me escrever um texto.
Como o tema era difícil tentei explica-lo ao meu pai e à minha mãe mas,senti enorme dificuldade.
Afinal de contas, ninguém me entendia!
Por mais que eu tentasse explicar, as coisas ficavam cada vez mais difíceis.
Até eu, já estava tão confuso e se calhar, já nem eu entendia o que estava para ali a dizer.
A sensação que tinha era de um estrangeiro que queria pedir água mas não sabia como o dizer.
Com alguma calma e teimosia, eis que a luz se fez, e em breves instantes consegui transmitir o que a minha a minha professora pretendia e foi assim, que me senti incompreendido.
A lição que tirei é que nem sempre o que parece fácil é fácil!
Rui Feliciano 3º
Adoro o nosso blog!
ResponderEliminarAssinado: Eduardo 4ºano.
eu também adoro o nosso blog é espetacular
ResponderEliminarMas desde que a professora Lídia se foi embora nunca mais se puseram cá trabalhos
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