segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Escrita Criativa

PC escolar
Pesquisar,jogar
e até perguntar
é no computador
sim está a dar

Os alunos no PC querem
brincar,
no computador lá
podem jogar.

Se a professora
mandar pesquisar,
lá vão todos o
computador ligar.

A Rita e os colegas
lá vão ligar,
para a professora
lá poder pesquisar.

No São Martinho
e também no Natal,
lá vai procurar
trabalhos de tal.

Ter um computador
é demais!
E ter um na escola
ainda mais.

Desenhos de Natal
e do São Martinho,
podemos imprimir
lá no PCzinho.

Em todos os meses
lá podemos procurar,
um calendário
para todos pintar.

No Google Earth
o mundo vamos percorrer,
assim desta forma
muitas terras vamos conhecer.

André Lopes de Melo 3ºc


Com o computador novo
a Rita e os colegas poderiam pesquisar,
as gastronomias de Portugal
para as ficarem a saborear.

Com o computador novo
poderiam criar,
o blogue da escola deles
para os trabalhos publicar.

Também poderiam ver
um lindo foguetão
ou ver filmes com cientistas
a viajar para o Planeta do Plutão.

Também poderiam pesquisar
as lendas e tradições,
da sua bela cidade
para ficarem com emoções.

Rui Feliciano 3º ano


Vou-me apresentar
sou o vento,
e faço parte
do estado do tempo.

Sopro muito
e sou assustador,
e às vezes
até cantor.

Porque não
paro de assobiar
e parece
que estou a falar.

Faço parte da
estação do inverno,
e por vezes faço a
vida das pessoas num inferno.
Rita Barros 3ª

Se eu fosse o vento

Se eu o vento sopraria com muita força. Dançaria com as flores e também com as estrelas. Balançaria sobre as folhas laranjas, amarelas, castanhas e vermelhas. Passaria por entre as pessoas e acariciar-lhes-ia o rosto.Falaria com as árvores e passearia pelos campos esverdeados e dourados.
Quando estivesse cansado dormiria no aconchego das nuvens.

Maria Falcão 3º ano


Se eu fosse o vento sopraria suavemente na primavera e no verão. No outono e no inverno fortemente.
No verão pediria ao meu amigo sol para que com os seus raios iluminasse a terra.
Na primavera sopraria com cuidado par não partir os caules frágeis das plantas em crescimento.
Quando não tivesse fôlego descansaria numa nuvem fofa e delicada para recuperar toda a minha força.

Madalena Faria 3º ano

Se eu fosse o vento brincava com o sol e com a chuva.
Soprava para fazer cair as sementes, e no outono fazia cair as folhas.
Divertia-me muito quando o jardineiro fazia montes de folhas e eu espalhava tudo.
Passava pelas ruas, travessas e becos para fazer algumas partidinhas!
Quando o sol brilhava as pessoas tiravam os casacos e eu soprava com toda a força para lhos
fazer vestir e aperta-los contra o peito.
Em dias de chuva também faria partidas, desviando de vez em quando os guarda chuvas e as
gabardinas .

Carlos Miguel Afonso Barreira 3º ano

"Xico o campião da reciclagem"

A professora contou a história e os meninos ilustraram.


Luana 2º ano


João Moreira 2º ano

Bruno Filipe 2º ano


Aléxia 2º ano


Aléxia 2º ano

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Património local

Lenda do Santo Soldado - São Pedro Velho

José Custódio - natural de São Pedro Velho, concelho de Mirandela, soldado de caçadores n.3,da guarnição de Vila Real em 1813.

Uns seus camaradas roubaram sacrilegamente o vaso do sacrário de uma igreja daquela vila e, sentido-se perseguidos; tiveram arte de esconder o roubo na mochila de Custódio, sem ele dar pela conta.
Rapidamente houve revista geral e o nosso conterrâneo foi condenado à morte.
Era um bom homem e todos os superiores o reconheciam como tal; mas as aparências condenavam-no, e ele, sabia quem eram os gatunos, não os quis acusar.

Seu pai, animado pelos oficiais, que lhe prepararam um memorial em sua honra, foi a Lisboa e obteve o perdão régio, mas já não chegou a tempo! Ao entrar em Vila Real, no sítio chamado Arcabuzado, nome que lhe ficou do nosso conterrâneo, suou à descarga fatal.
Diz a tradição que no seu corpo apenas entrou uma bala e essa foi do camarada ladrão que lhe escondeu o vaso sacrário na mochila; os outros soldados atiraram todos para o ar.

O povo venera-o como Santo , fez-lhe a capela do Santo Soldado no local onde caiu fuzilado, desfolha-lhe flores sobre a campa, resguardada por uma grade de ferro, acende-lhe lâmpadas e oferece-lhe votos...

Em São Pedro Velho, sua terra Natal, ergueram-lhe uma estátua em sua honra, para lembrar a bondade e honestidade deste Santo Soldado.

Rui Feliciano 3º ano



A Moura encantada
Na encosta do morro de Orelhão, nas águas vertentes viradas para o Franco, existe uma extensa mancha de pequenas pedras xistosas de formação basáltica e que quando mexidas produzem uns sons facilmente audíveis.
Há muitos anos atrás, quando os Invernos eram muito mais rigorosos, a chuva caía em quantidades muito superior à dos dias de hoje. A chuva era em tão grandes quantidades que se estranhava nas pedras e corria por lá no seu interior durante todo o Verão até ao Inverno seguinte .
À noite no Verão quando a natureza se tornava silenciosa ouvia-se o barulho produzido a correr entre as pedras.
Não havendo outras explicações para o facto, as pessoas diziam que se encontrava no fundo das pedras uma Moura encantada que passava todo o tempo no seu tear, tecendo sem fim sempre na mesma peça sem nunca parar ouvindo-se à superfície o barulho do tear a trabalhar. Além de estar constantemente a trabalhar, a Moura guardava consigo um grande tesouro. O rapaz que conseguisse desencantar esta Moura, casaria com ela e ficaria também possuidor do tesouro que com ela se encontrava no fundo da Serra.

Madalena Faria 3º ano


Lenda de Mirandela
Há muito, muito tempo, na encosta sobranceira ao rio Tua, viviam os cristãos, o rei tinha uma filha muito bonita.
E do lado de lá, na serra do Franco, a que também se chama a serra de Orelhão, viviam os mouros.E também lá havia um rei mouro, que tinha um filho.
Quis o destino que um dia os dois príncipes se apaixonassem.
Mas como não se podiam casar, nem sequer encontrarem-se, iam todos os dias cada um para a torre do seu castelo, no ponto que fosse mais alto, para poderem ver-se um ao outro.
Até que, certa ocasião, os criados do príncipe mouro começaram a estranhar vê-lo ir todos os dias para o alto do castelo e perguntaram-lhe o que ia fazer.Então ele, sem se denunciar, mas também sem mentir, respondia-lhes sempre:
-Vou à mira dela!
E tantas vezes lá foi, que esse lugar para onde lançava os olhos, a contar mirar a princesa, passou a chamar-se assim mesmo:Mira dela.E hoje aí se encontra a cidade de Mirandela.

Rita Barros 3º ano

LENDA DE ABREIRO

No termo de Abreiro há um local com vestígios de civilização neotíca, a que se chama de Arcã. Na povoação está um elegante Cruzeiro com o brasão de armas de Diogo de Mendonça Corte Real, ministro de D. João V,que foi que mandou fazer a ponte de Abreiro sobre o Tua, formada por dois arcos, um de grandes proporções. Então diz a lenda local que a ponte , a Arcã e o brasão foram construídas de noite pelo diabo, que prometeu também fazer uma estrada da ponte à povoação a troco da alma que uma moça lhe entregaria para mais comodamente passar o rio, a fim de ir buscar água a uma fonte na margem esquerda.
Conforme o acordo dizia, o diabo dava a ponte concluída numa só noite e antes de cantar o galo. Quanto mais intensamente trabalhava uma legião de demónios, carregando, aparelhando e assentando pedras, o galo canta.

Que galo é? perguntou o rei das trevas infernais.

Galo branco responderam lhe.

Ande o canto ordenou ele.

Em breve novo cantar do galo se ouve.

Que galo é? perguntou de novo.

Galo preto. Pico quedo vociferou ele.

Faltava apenas uma pedra para assentar nas guardas da ponte e assim ficou, pois que, mais vezes que os homens a tenham colocado no lugar, aparece derrubada pelo diabo no rio na noite seguinte.


Daniel Madureira


FERIADO MUNICIPAL

Apresentação
Em reunião ordinária realizada a 2/11/83, os membros do executivo da Autarquia Mirandelense aprovaram por unanimidade a institucionalização de um novo feriado municipal, para o concelho de Mirandela,tendo a data escolhida,recebido posteriormente a aprovação da assembleia municipal.
"Anualmente,o dia 25 de Maio vai ser dia festivo, imortalizando aquele que foi o dia 25 de Maio de 1250, data em que foral a Mirandela,criando o respectivo concelho.
O decreto-lei nº 49295,de 9/10/70,fixava o feriado municipal no sábado anterior ao domingo em que se venera n. senhora do Amparo.
Perante a actual conjuntura administrativa e social, verifica-se que esse dia não era o mais adequado e oportuno,quanto à existência de uma data que permitisse aos Mirandelenses a possibilidade de reflectirem sobre os valores que levantaram o seu concelho."

Maria Alice Cunha 3 ano

GASTRONOMIA


Papos-de-anjo de Mirandela

Ingredientes:
500 g de açúcar ;
3 ou 4 colheres de sopa de doce de fruta ;
8 ovos , mais 7 gemas ;
1 colher de canela ;
açúcar para polvilhar

Confeção:
Na preparação para estes papos-de-anjo pode ser utilizado qualquer doce de fruta (incluindo de abóbora) , com excepção dos doces de maçã , marmelada ou qualquer geleia.
Leva-se o açúcar ao lume(cerca de 2 dl) com um copo de água e deixa-se ferver novamente até obter ponto espadana (117º C ). Adiciona-se o doce escolhido e deixa-se ferver novamente até se obter o mesmo ponto. Retira-se então o doce do lume e depois de se ter deixado arrefecer um pouco adicionam-se os ovos que foram previamente bem batidos com as gemas. Junta-se ainda a canela. Distribui-se o preparado obtido por forminhas de queques muito bem untadas com manteiga e levam-se a cozer em forno quente(cerca de 200ºc). Desenformam- se e polvilham-se com açúcar.


Alheiras de Mirandela

Para quatro dúzias de alheiras são necessários três quilos e meio de pão trigo, três quilos de toucinho, uma galinha, um coelho, carne de vitela, carne da cabeça do porco ( para dar sabor à calda), bastantes alhos e azeite, colorau, sal e uma meada de tripas. Numa panela suficientemente grande, fervem-se as carnes e retificam-se os temperos; depois de cozidas cortam-se as carnes de porco muito miudinhas, as restantes são desfiadas. Para um tacho ou alguidar miga-se o pão, sobre o qual se despeja a calda que sobrou na panela e deixa-se o pão "a abrir". Tudo isto deve ser feito junto à lareira para não arrefecer. A seguir misturam-se os alhos bem moídos, salsa picada, colorau a gosto e o piri-piri; amassa-se bem com uma colher de pau até o pão estar bem batido, tipo açorda cremosa. Depois s
ao misturadas as carnes já desfeitas e ensacam-se em tripa seca de porco ou de vitela.


PEIXES DO RIO FRITOS

Depois de "amanhados" os peixes, tempere-os com sal e vinagre e aguarde pelo menos uma hora; se os peixes forem grandes corte-os em postas delgadas. Numa sertã, aqueça bem o azeite,
junte-lhe alhos com casca e frite os peixes ou as postas do peixe.


BOLINHOS DE AZEITE

Deite num alguidar meio quilo de açúcar, um quilo de farinha, uma colher de chá de canela, seis ovos, dois decilitros e meio de leite. Amasse até ligar e depois tenda uns bolinhos redondos, untando as mãos com azeite para facilitar. Leve-os ao forno num tabuleiro untado com azeite e polvilhado, ligeiramente, com farinha.

Eduardo Sousa Morais

domingo, 20 de novembro de 2011

Dia do não fumador

Dia 17 de novembro, foi o dia do "não fumador". Para alertar as pessoas, os alunos do 1º ano meteram mãos à obra e criaram alguns slogans para os malefícios do tabaco. Deixamos aqui o resultado desse trabalho.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Magusto

No dia 11 de novembro realizámos o magusto na nossa escola, dando cumprimento à planificação prévia elaborada por professores e alunos.
                 OBJECTIVOS

E. MEIO
- Promover o conhecimento da cultura e tradições nacionais.
- Preservar o património cultural.
- Sensibilizar os alunos para importância da preservação  da Natureza.
MAT
- Resolver situações problemáticas. Fazer contagens e estimativas. Conhecer e aplicar o dinheiro e as medidas de massa.
LP
- Criar o gosto pela recolha de produções do património literário oral.
- Pesquisar e recolher textos escritos, canções, poesias, adivinhas…, relacionados com esta actividade.

- Ouvir / Ler / Dramatizar histórias e lendas. Recriar personagens e acções.
- Participar na elaboração oral de uma história (Fazer o reconto da lenda de S. Martinho).
F. CÍVICA
- Conhecer a história do São Martinho,  enaltecendo os seus valores morais.
- Valorizar e interiorizar atitudes de solidariedade  e partilha.
- Promover o convívio e as relações de convivência inter - grupos.

EXP. MUSICAL
Adaptar textos para melodias; melodia para textos; textos para canções.
Acompanhar canções com gestos e percussão
corporal
EXP. PLÁSTICA
- Desenvolver a destreza manual. Desenvolver o gosto estético.
ACTIVIDADES

  • Recolha das castanhas para o magusto.
  • Recolha e escrita de adivinhas.
  •   Jogo de descoberta de provérbios.
  •      Declamação e escrita de poesias, especialmente de versões poéticas da lenda de S. Martinho e do magusto;
  •       Leitura, reconto e dramatização da lenda de S. Martinho, nas salas de aula;
  •        Resolver problemas com castanhas: quantidades em sacos (numeração); massa e preços (kg, g  e €), incluindo cálculo de trocos.
  • Colorir um fogareiro, castanhas, folhas
  • Elaborar o cartuxo para as castanhas;
  • Magusto no recreio, se houver condições.
  • Cantar canções alusivas à atividade.

Amigos da natureza. Reciclamos...









Só castanhas? Não, uns sonhos à mistura.

Quentes e boas!


Que castanha saborosa! Huummmmm
Lenda de S. Martinho

Martinho era um valente soldado que estava a regressar de Mirandela, para a sua terra natal, algures em Itália.
Montado no seu cavalo estava a passar por um caminho estreito na serra dos Passos.
Lá no alto fazia muito frio, vento e mau tempo.
Martinho estava bem agasanhado com a sua capa quentinha.
de repente, apareceu-lhe um homem muito pobre.
Vestia roupas velhas e fracas.Pediu ao Martinho esmola. Como ele não tinha nada para  lhe dar, cortou a sua capa ao meio e deu metade ao mendigo.
Nesse instante o sol raiou tão forte que parecia verão.
Foi uma recompensa de Deus a Martinho por ter sido tão bom e generoso.
É por isso que nesta altura do ano, há sempre sol e dizemos que é verão de São Martinho.
A senhora Amélia, mãe de  Martinho, no dia 11 de Novembro, manda toda a gente fazer um magusto, para que todos possam comer castanhas em honra do seu filho e até se vai à adega e prova-se o vinho.
Eu gosto muito do S. Martinho e do magusto.

                                                                                4º D Bruna Diogo


                   PROVÉRBIOS

-No dia de S.Martinho vai à adega e prova o vinho .
 -Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro.
-No dia de S.Martinho fura o teu pipinho .
-Pelo S.Martinho  mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho .
-Se o inverno não erra o teu caminho,tê-lo-ei pelo S.Martinho.
-Pelo S.Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho.
                                                                                                      4.º D  Tiago  Gonçalves

                   ADIVINHAS

Tenho camisa e casaco
 sem remendo nem buraco
estoiro como um foguete
 se alguem no lume me mete.                          4º D  Gonçalo  Castro


Qual é coisa qual é ela
Tem três capas de inverno
A segunda é lustrosa
A terceira é amargosa.                        4º D Inês Miranda



Altos altentes;
Carapins carapentes
Dá-lhe uma risada
E caiam-lhe os dentes

Em verde nasci
e de setas me cobri
perdi logo a minha
quando para ti me ri                                    4º D José João  Ferreira


                                             QUADRAS 

 Como e bom comer
 Castanhas assadas
 e no magusto ver
 as meninas coradas.

 Todo o dia a apanhar chuva
 coitado do vendedor!
 mas à beira das castanhas
 fica cheio de calor.


 E dia de S.martinho
 E a festa das castanhas
 Em vez de sol a chuva !!
 E outono ninguem estranha.

Dia 11 de novembro
 É o dia de S.Martinho
 Come-se as castanhas assadas
                                                        E mais o caldo verdinho.                               4º D A.Marta Ferrreira


Inês 1º ano
Erica 1ºano

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Olá :))

Olá, sou o blog da escola do Pinheiro. Fui criado hoje com a intenção de publicar trabalhos, atividades, experiências e muito mais...
Surgi porque quero mostrar aos pais, encarregados de educação, outras escolas e a todos os visitantes que por aqui passarem aquilo que de relevante se faz na escola do Pinheiro.
Espero que me visitem com regularidade e desfrutem de todas as publicações interessantes que por aqui se vão colocar ao longo deste ano...

Escrita Criativa

Se eu fosse um cientista

Se eu fosse um cientista
gostaria de descobrir,
uma vacina eficaz
para o cancro destruir.

Se não descobrisse a vacina
para o cancro destruir,
uma máquina, talvez
para a crise do país partir.

Aquela cientista
chamada Madalena,
sonha encontrar uma coisa
mais leve que uma pena!

Quem me dera ser cientista
mas ainda sou criança,
que sonha que a crise passe
com muita, muita esperança.

Madalena Faria  3º C


Como cientista gostaria
de estar neste momento,
na Antártida e Oceania
a descobrir dinossauros deste tempo.

No laboratório passava
os dias sem os contar,
as horas não são problema
quando estou a trabalhar.

Queria fazer das crianças
homens fortes e inteligentes.
As pessoas veriam esperança
naquelas belezas andantes.

Queria fazer do mundo
um jardim de esperança,
partiria as correntes
com o riso das crianças.

A corrida contra o tempo
contra a doença e achar a cura,
era o que eu faria
para continuar esta aventura...

Daniel Madureira 3ºC


Se eu fosse um cientista
gostaria de descobrir,
um foguetão para salvar
a galáxia prestes a explodir.

Se eu fosse um cientista
teria descoberto,
uma cura poderosa
para o problema diabético.

Se eu fosse um cientista 
gostaria de descobrir,
uma borracha bem forte
que não se pudesse partir.

Se eu fosse cientista
gostaria de encontrar,
uma cura poderosa
para com as doenças acabar.

Eduardo Morais 3ºC