terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Espero que estejas bom!
Ajuda os meninos a não passarem fome. Dá roupas e brinquedos, comida...
Eu na minha casa tenho uma présepio com Maria, José os animais e claro a figura principal o Menino Jesus. Dá a todos os meninos paz e amor. Dá trabalho aos pais. Eu recebi cinco brinquedos, coitados dos meninos dos meninos nem um só tem. Pai Natal lembra-te de dar-lhe pão, água, mochilas, cadernos e lápis.
Desculpa por te ter pedido tais coisas para os meninos.
Eu queria felicidade para todos eles.
Sabes Pai Natal o dia 25 de dezembro é um dia especial nasceu o Jesus.
Só mais uma coisa um beijo da Ana Maria Questino
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
É a primeira vez que te estou a escrever uma carta.Não sei se vais ter tempo para ler a minha carta, porque vais receber muitas cartas de meninos de todo o mundo.
Sei que este ano não me portei assim muito bem! Mesmo assim vou arriscar e fazer alguns pedidos.Gostava de te visitar na tua casa na Lapónia , ver as renas e o trenó .Queria pedir-te que me levasses contigo na noite de Natal para te ajudar a distribuir as prendas. Antes de regressares podíamos passar na minha escola e deixar uma prenda especial para a minha turma: uma sala de aula nova , com mobília nova, uma quadro novo e pintada de azul e laranja e com computadores para todos os alunos . E pronto, não te peço mais nada .
Feliz Natal Pai Natal .
António Borges
Letra da Canção
Vai Nevar, Vai Nevar
Ai lá fora o frio aperta
Mas não me posso queixar
Pois cá dentro está quentinho
E lá fora vai nevar, vai nevar
Trouxe milho prás pipocas
Que este frio é pra ficar
Vou come-las a lareira
E lá fora vai nevar, vai nevar
Mas por fim tenho de ir pra cama
Vou meter me ao quentinho
Dão me um beijo de boa-noite
Já estou pronto para o soninho
E a fogueira ao apagar-se
Também quer ir descansar
Já tão todos a dormir
E o pai natal vai chegar vai chegar
Mas por fim tenho de ir pra cama
Vou meter me ao quentinho
Dão me um beijo de boa-noite
Já estou pronto para o soninho
E a fogueira ao apagar-se
Também quer ir descansar
Já tão todos a dormir
E o pai natal vai chegar vai chegar
4º ano
A carta para o Pai Natal
Meu querido Pai Natal estou a escrever-te esta carta porque é o meu primeiro Natal em que te peço prendinhas.Tu és a minha amizade, ninguém mas mesmo ninguém me daria o que me vais dar neste Natal.Eu pedia-te muito que a família estivesse unida, muito importante ir à missa receber Cristo, todos em família.Mas também é importante que sejamos todos amigos e carinhosos.
Maria Sanhudo
domingo, 11 de dezembro de 2011
Porque já anda no ar um cheirinho a Natal...
E para os que quiserem a cantarolar, aqui fica a letra.
A Rena Rodolfo
Prendas! Frio! Renas! Neve! Trenó no céu a aproximar-se!
U-lá-lá mas quem vem lá? Que coisa estranha… O quê? Ali!...
Rodolfo era uma rena com um nariz encarnado,
que brilhava no escuro e era mesmo engraçado.
Mas todas as outras renas se riam daquele nariz,
e o pobre do Rodolfo andava muito infeliz.
Refrão:
Mas numa noite de nevoeiro o Pai Natal veio dizer:
- Rodolfo, tu és perfeito p’ra nos conduzir, esta noite, a preceito!
E assim foi naquela noite o Rodolfo a comandar,
o trenó do Pai Natal com o seu nariz a brilhar.
E entregaram muitas prendas, ai, em todos os países,
e deixaram as crianças muito alegres e felizes.
E o nosso amigo Rodolfo não cabia de contente,
pois conduzir o trenó não era para toda a gente.
Refrão:
Mas numa noite de nevoeiro o Pai Natal veio dizer:
- Rodolfo, tu és perfeito p’ra nos conduzir, esta noite, a preceito!
E assim foi naquela noite o Rodolfo a comandar,
o trenó do Pai Natal com o seu nariz a brilhar.
Os orgãos dos sentidos
![]() |
| Luana 2ºano |
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Escrita Criativa
Pesquisar,jogar
e até perguntar
é no computador
sim está a dar
Os alunos no PC querem
brincar,
no computador lá
podem jogar.
Se a professora
mandar pesquisar,
lá vão todos o
computador ligar.
A Rita e os colegas
lá vão ligar,
para a professora
lá poder pesquisar.
No São Martinho
e também no Natal,
lá vai procurar
trabalhos de tal.
Ter um computador
é demais!
E ter um na escola
ainda mais.
Desenhos de Natal
e do São Martinho,
podemos imprimir
lá no PCzinho.
Em todos os meses
lá podemos procurar,
um calendário
para todos pintar.
No Google Earth
o mundo vamos percorrer,
assim desta forma
muitas terras vamos conhecer.
André Lopes de Melo 3ºc
Com o computador novo
a Rita e os colegas poderiam pesquisar,
as gastronomias de Portugal
para as ficarem a saborear.
Com o computador novo
poderiam criar,
o blogue da escola deles
para os trabalhos publicar.
Também poderiam ver
um lindo foguetão
ou ver filmes com cientistas
a viajar para o Planeta do Plutão.
Também poderiam pesquisar
as lendas e tradições,
da sua bela cidade
para ficarem com emoções.
Rui Feliciano 3º ano
Vou-me apresentar
e faço parte
do estado do tempo.
Sopro muito
e sou assustador,
e às vezes
até cantor.
Porque não
paro de assobiar
e parece
que estou a falar.
Faço parte da
estação do inverno,
e por vezes faço a
vida das pessoas num inferno.
Rita Barros 3ª
Se eu fosse o vento
Se eu o vento sopraria com muita força. Dançaria com as flores e também com as estrelas. Balançaria sobre as folhas laranjas, amarelas, castanhas e vermelhas. Passaria por entre as pessoas e acariciar-lhes-ia o rosto.Falaria com as árvores e passearia pelos campos esverdeados e dourados.
Quando estivesse cansado dormiria no aconchego das nuvens.
Maria Falcão 3º ano
Se eu fosse o vento sopraria suavemente na primavera e no verão. No outono e no inverno fortemente.
No verão pediria ao meu amigo sol para que com os seus raios iluminasse a terra.
Na primavera sopraria com cuidado par não partir os caules frágeis das plantas em crescimento.
Quando não tivesse fôlego descansaria numa nuvem fofa e delicada para recuperar toda a minha força.
Madalena Faria 3º ano
Soprava para fazer cair as sementes, e no outono fazia cair as folhas.
Divertia-me muito quando o jardineiro fazia montes de folhas e eu espalhava tudo.
Passava pelas ruas, travessas e becos para fazer algumas partidinhas!
Quando o sol brilhava as pessoas tiravam os casacos e eu soprava com toda a força para lhos
fazer vestir e aperta-los contra o peito.
Em dias de chuva também faria partidas, desviando de vez em quando os guarda chuvas e as
gabardinas .
Carlos Miguel Afonso Barreira 3º ano
"Xico o campião da reciclagem"
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Património local
José Custódio - natural de São Pedro Velho, concelho de Mirandela, soldado de caçadores n.3,da guarnição de Vila Real em 1813.
Uns seus camaradas roubaram sacrilegamente o vaso do sacrário de uma igreja daquela vila e, sentido-se perseguidos; tiveram arte de esconder o roubo na mochila de Custódio, sem ele dar pela conta.
Rapidamente houve revista geral e o nosso conterrâneo foi condenado à morte.
Era um bom homem e todos os superiores o reconheciam como tal; mas as aparências condenavam-no, e ele, sabia quem eram os gatunos, não os quis acusar.
Seu pai, animado pelos oficiais, que lhe prepararam um memorial em sua honra, foi a Lisboa e obteve o perdão régio, mas já não chegou a tempo! Ao entrar em Vila Real, no sítio chamado Arcabuzado, nome que lhe ficou do nosso conterrâneo, suou à descarga fatal.
Diz a tradição que no seu corpo apenas entrou uma bala e essa foi do camarada ladrão que lhe escondeu o vaso sacrário na mochila; os outros soldados atiraram todos para o ar.
O povo venera-o como Santo , fez-lhe a capela do Santo Soldado no local onde caiu fuzilado, desfolha-lhe flores sobre a campa, resguardada por uma grade de ferro, acende-lhe lâmpadas e oferece-lhe votos...
Em São Pedro Velho, sua terra Natal, ergueram-lhe uma estátua em sua honra, para lembrar a bondade e honestidade deste Santo Soldado.
Rui Feliciano 3º ano

A Moura encantada
Na encosta do morro de Orelhão, nas águas vertentes viradas para o Franco, existe uma extensa mancha de pequenas pedras xistosas de formação basáltica e que quando mexidas produzem uns sons facilmente audíveis.
Há muitos anos atrás, quando os Invernos eram muito mais rigorosos, a chuva caía em quantidades muito superior à dos dias de hoje. A chuva era em tão grandes quantidades que se estranhava nas pedras e corria por lá no seu interior durante todo o Verão até ao Inverno seguinte .
À noite no Verão quando a natureza se tornava silenciosa ouvia-se o barulho produzido a correr entre as pedras.
Não havendo outras explicações para o facto, as pessoas diziam que se encontrava no fundo das pedras uma Moura encantada que passava todo o tempo no seu tear, tecendo sem fim sempre na mesma peça sem nunca parar ouvindo-se à superfície o barulho do tear a trabalhar. Além de estar constantemente a trabalhar, a Moura guardava consigo um grande tesouro. O rapaz que conseguisse desencantar esta Moura, casaria com ela e ficaria também possuidor do tesouro que com ela se encontrava no fundo da Serra.
Madalena Faria 3º ano
Lenda de Mirandela
Há muito, muito tempo, na encosta sobranceira ao rio Tua, viviam os cristãos, o rei tinha uma filha muito bonita.
E do lado de lá, na serra do Franco, a que também se chama a serra de Orelhão, viviam os mouros.E também lá havia um rei mouro, que tinha um filho.
Quis o destino que um dia os dois príncipes se apaixonassem.
Mas como não se podiam casar, nem sequer encontrarem-se, iam todos os dias cada um para a torre do seu castelo, no ponto que fosse mais alto, para poderem ver-se um ao outro.
Até que, certa ocasião, os criados do príncipe mouro começaram a estranhar vê-lo ir todos os dias para o alto do castelo e perguntaram-lhe o que ia fazer.Então ele, sem se denunciar, mas também sem mentir, respondia-lhes sempre:
-Vou à mira dela!
E tantas vezes lá foi, que esse lugar para onde lançava os olhos, a contar mirar a princesa, passou a chamar-se assim mesmo:Mira dela.E hoje aí se encontra a cidade de Mirandela.
Rita Barros 3º ano
LENDA DE ABREIRO
No termo de Abreiro há um local com vestígios de civilização neotíca, a que se chama de Arcã. Na povoação está um elegante Cruzeiro com o brasão de armas de Diogo de Mendonça Corte Real, ministro de D. João V,que foi que mandou fazer a ponte de Abreiro sobre o Tua, formada por dois arcos, um de grandes proporções. Então diz a lenda local que a ponte , a Arcã e o brasão foram construídas de noite pelo diabo, que prometeu também fazer uma estrada da ponte à povoação a troco da alma que uma moça lhe entregaria para mais comodamente passar o rio, a fim de ir buscar água a uma fonte na margem esquerda.
Conforme o acordo dizia, o diabo dava a ponte concluída numa só noite e antes de cantar o galo. Quanto mais intensamente trabalhava uma legião de demónios, carregando, aparelhando e assentando pedras, o galo canta.
Que galo é? perguntou o rei das trevas infernais.
Galo branco responderam lhe.
Ande o canto ordenou ele.
Em breve novo cantar do galo se ouve.
Que galo é? perguntou de novo.
Galo preto. Pico quedo vociferou ele.
Faltava apenas uma pedra para assentar nas guardas da ponte e assim ficou, pois que, mais vezes que os homens a tenham colocado no lugar, aparece derrubada pelo diabo no rio na noite seguinte.
Daniel Madureira
FERIADO MUNICIPAL
Apresentação
Em reunião ordinária realizada a 2/11/83, os membros do executivo da Autarquia Mirandelense aprovaram por unanimidade a institucionalização de um novo feriado municipal, para o concelho de Mirandela,tendo a data escolhida,recebido posteriormente a aprovação da assembleia municipal.
"Anualmente,o dia 25 de Maio vai ser dia festivo, imortalizando aquele que foi o dia 25 de Maio de 1250, data em que foral a Mirandela,criando o respectivo concelho.
O decreto-lei nº 49295,de 9/10/70,fixava o feriado municipal no sábado anterior ao domingo em que se venera n. senhora do Amparo.
Perante a actual conjuntura administrativa e social, verifica-se que esse dia não era o mais adequado e oportuno,quanto à existência de uma data que permitisse aos Mirandelenses a possibilidade de reflectirem sobre os valores que levantaram o seu concelho."
Maria Alice Cunha 3 ano
GASTRONOMIA
Papos-de-anjo de Mirandela
Ingredientes:
500 g de açúcar ;
3 ou 4 colheres de sopa de doce de fruta ;
8 ovos , mais 7 gemas ;
1 colher de canela ;
açúcar para polvilhar
Confeção:
Na preparação para estes papos-de-anjo pode ser utilizado qualquer doce de fruta (incluindo de abóbora) , com excepção dos doces de maçã , marmelada ou qualquer geleia.
Leva-se o açúcar ao lume(cerca de 2 dl) com um copo de água e deixa-se ferver novamente até obter ponto espadana (117º C ). Adiciona-se o doce escolhido e deixa-se ferver novamente até se obter o mesmo ponto. Retira-se então o doce do lume e depois de se ter deixado arrefecer um pouco adicionam-se os ovos que foram previamente bem batidos com as gemas. Junta-se ainda a canela. Distribui-se o preparado obtido por forminhas de queques muito bem untadas com manteiga e levam-se a cozer em forno quente(cerca de 200ºc). Desenformam- se e polvilham-se com açúcar.
Alheiras de Mirandela
Para quatro dúzias de alheiras são necessários três quilos e meio de pão trigo, três quilos de toucinho, uma galinha, um coelho, carne de vitela, carne da cabeça do porco ( para dar sabor à calda), bastantes alhos e azeite, colorau, sal e uma meada de tripas. Numa panela suficientemente grande, fervem-se as carnes e retificam-se os temperos; depois de cozidas cortam-se as carnes de porco muito miudinhas, as restantes são desfiadas. Para um tacho ou alguidar miga-se o pão, sobre o qual se despeja a calda que sobrou na panela e deixa-se o pão "a abrir". Tudo isto deve ser feito junto à lareira para não arrefecer. A seguir misturam-se os alhos bem moídos, salsa picada, colorau a gosto e o piri-piri; amassa-se bem com uma colher de pau até o pão estar bem batido, tipo açorda cremosa. Depois s
ao misturadas as carnes já desfeitas e ensacam-se em tripa seca de porco ou de vitela.
PEIXES DO RIO FRITOS
Depois de "amanhados" os peixes, tempere-os com sal e vinagre e aguarde pelo menos uma hora; se os peixes forem grandes corte-os em postas delgadas. Numa sertã, aqueça bem o azeite,
junte-lhe alhos com casca e frite os peixes ou as postas do peixe.
BOLINHOS DE AZEITE
Deite num alguidar meio quilo de açúcar, um quilo de farinha, uma colher de chá de canela, seis ovos, dois decilitros e meio de leite. Amasse até ligar e depois tenda uns bolinhos redondos, untando as mãos com azeite para facilitar. Leve-os ao forno num tabuleiro untado com azeite e polvilhado, ligeiramente, com farinha.
Eduardo Sousa Morais
domingo, 20 de novembro de 2011
Dia do não fumador
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Magusto
E. MEIO | - Promover o conhecimento da cultura e tradições nacionais. - Preservar o património cultural. - Sensibilizar os alunos para importância da preservação da Natureza. |
MAT | - Resolver situações problemáticas. Fazer contagens e estimativas. Conhecer e aplicar o dinheiro e as medidas de massa. |
LP | - Criar o gosto pela recolha de produções do património literário oral. - Pesquisar e recolher textos escritos, canções, poesias, adivinhas…, relacionados com esta actividade. - Ouvir / Ler / Dramatizar histórias e lendas. Recriar personagens e acções. - Participar na elaboração oral de uma história (Fazer o reconto da lenda de S. Martinho). |
F. CÍVICA | - Conhecer a história do São Martinho, enaltecendo os seus valores morais. - Valorizar e interiorizar atitudes de solidariedade e partilha. - Promover o convívio e as relações de convivência inter - grupos. |
EXP. MUSICAL | Adaptar textos para melodias; melodia para textos; textos para canções. Acompanhar canções com gestos e percussão corporal |
EXP. PLÁSTICA | - Desenvolver a destreza manual. Desenvolver o gosto estético. |
- Recolha das castanhas para o magusto.
- Recolha e escrita de adivinhas.
- Jogo de descoberta de provérbios.
- Declamação e escrita de poesias, especialmente de versões poéticas da lenda de S. Martinho e do magusto;
- Leitura, reconto e dramatização da lenda de S. Martinho, nas salas de aula;
- Resolver problemas com castanhas: quantidades em sacos (numeração); massa e preços (kg, g e €), incluindo cálculo de trocos.
- Colorir um fogareiro, castanhas, folhas
- Elaborar o cartuxo para as castanhas;
- Magusto no recreio, se houver condições.
- Cantar canções alusivas à atividade.
| Amigos da natureza. Reciclamos... |
![]() |
| Só castanhas? Não, uns sonhos à mistura. |
| Quentes e boas! |
| Que castanha saborosa! Huummmmm |
Martinho era um valente soldado que estava a regressar de Mirandela, para a sua terra natal, algures em Itália.
Montado no seu cavalo estava a passar por um caminho estreito na serra dos Passos.
Vestia roupas velhas e fracas.Pediu ao Martinho esmola. Como ele não tinha nada para lhe dar, cortou a sua capa ao meio e deu metade ao mendigo.
Nesse instante o sol raiou tão forte que parecia verão.
Foi uma recompensa de Deus a Martinho por ter sido tão bom e generoso.
É por isso que nesta altura do ano, há sempre sol e dizemos que é verão de São Martinho.
4º D Bruna Diogo
PROVÉRBIOS
-No dia de S.Martinho vai à adega e prova o vinho .
-Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro.
-Pelo S.Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho.
4.º D Tiago Gonçalves
ADIVINHAS
Tenho camisa e casaco
se alguem no lume me mete. 4º D Gonçalo Castro
Qual é coisa qual é ela
Altos altentes;
E caiam-lhe os dentes
QUADRAS
Dia 11 de novembro
| Inês 1º ano |
![]() |
| Erica 1ºano |
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Olá :))
Surgi porque quero mostrar aos pais, encarregados de educação, outras escolas e a todos os visitantes que por aqui passarem aquilo que de relevante se faz na escola do Pinheiro.
Espero que me visitem com regularidade e desfrutem de todas as publicações interessantes que por aqui se vão colocar ao longo deste ano...
Escrita Criativa

Se eu fosse um cientista
gostaria de descobrir,
uma vacina eficaz
para o cancro destruir.
Se não descobrisse a vacina
para o cancro destruir,
uma máquina, talvez
para a crise do país partir.
Aquela cientista
chamada Madalena,
sonha encontrar uma coisa
mais leve que uma pena!
Quem me dera ser cientista
mas ainda sou criança,
que sonha que a crise passe
com muita, muita esperança.
Madalena Faria 3º C
Como cientista gostaria
de estar neste momento,
na Antártida e Oceania
a descobrir dinossauros deste tempo.
No laboratório passava
os dias sem os contar,
as horas não são problema
quando estou a trabalhar.
Queria fazer das crianças
homens fortes e inteligentes.
As pessoas veriam esperança
naquelas belezas andantes.
Queria fazer do mundo
um jardim de esperança,
partiria as correntes
com o riso das crianças.
A corrida contra o tempo
contra a doença e achar a cura,
era o que eu faria
para continuar esta aventura...
Daniel Madureira 3ºC
Se eu fosse um cientista
gostaria de descobrir,
um foguetão para salvar
a galáxia prestes a explodir.
Se eu fosse um cientista
teria descoberto,
uma cura poderosa
para o problema diabético.
Se eu fosse um cientista
gostaria de descobrir,
uma borracha bem forte
que não se pudesse partir.
Se eu fosse cientista
gostaria de encontrar,
uma cura poderosa
para com as doenças acabar.
Eduardo Morais 3ºC




















